6 de outubro de 2011

Percy Jackson, memórias da grande missão Cap 16

Tia liza, a desaparecida
(Narrado por Sara)

Voltávamos para o acampamento, levávamos Percy e Bia nos braços. Aquela luta foi, emocionante, triste e muitos sentimentos tocaram em mim nesta grande aventura. Foi a primeira que eu já tive. Nunca me esquecerei. Mas ainda tem uma coisa:três frases da profecia ainda não se completaram:
                                         Alguém nesse meio irá morrer,
                                         Ajudando aqueles que pareciam o seu medo deter
                                         A morte ou o mar dominará 

Annabeth andava estudando estas frases, como normalmente.Se eu morresse, pelo menos conheci meu irmão.
Estávamos andando no meio da mata, iriamos dar uma passada em minha tia.
Chegamos lá e a casa estava toda destruída. Entrei em desespero, onde estava tia Liza?
-Tia Liza?Tia? Cadê você?- gritava.
 Entrei no meio dos destroços procurando por ela. Em um destroço que retirei achei uma portinha que se abria para o chão. Só que ainda tinha um grande pedaço de tijolo em cima dela.
-Nico, Clarisse, podem me ajudar aqui?- Perguntei, enquanto minhas tentativas de retirar aquela pedra de lá fracassavam. Eles vieram e conseguiram, mas ainda sim, Nico me olhava estranho. Apaixonado, era o que eu pensava que ele estava. 
Abri aquela porta, estava escuro demais lá dentro. Ouve-se uma voz atrás de mim:
-Eu vou com você, e os outros ficam aqui ajudando Percy e Bia.- Era Nico, que estava com uma tocha na mão. 
- Ei, mas eu não quero ficar aqui sem ação!- Falou Raquel se levantando.-Eu sou filha de Apolo esqueceu? Posso produzir fogo.
-Ok, mas vocês farão tudo o que eu mandar, se for para correr e me deixar, façam. Se for para se esconderem, se escondam. Ouviram?- Falei com firmeza.Nico e Raquel confirmaram com a cabeça. Annabeth me olhava assustada.
-Sara, antes que você vá, escute: Pegue isto e use quando necessário- Annabeth falou, e me entregou aquele objeto que ela usou na luta. Peguei o Objeto e agradeci. 
Entramos pela porta. Chegamos a uma escada de mármore preto, onde era muito escuro. Eu levava na frente minha espada e uma tocha. Chegamos em uma sala escura, cheia de ladrilhos pretos. No meio estava minha tia, desacordada e amarrada em uma corda.
-Até que enfim você chegou, Filha de Poseidon.- Falou uma voz, fria e sombria que vinha atrás de mim. 
Monstros nos cercaram, Peguem minha espada e comecei a lutar. Só que os Monstros eram fortes demais e logo já estava amarrada em uma cadeira.
-Solta ela seu Patife!- Falou Raquel correndo em direção ao moço. Ele girou e segurou o pulso dela antes de tudo. 
-Você sabe por que estou aqui?- Perguntou o moço- Ah desculpe, mas não me apresentei, sou Adam. Filho de Apolo e traidor dos Deuses. Sou o maior seguidor de Hélio e Caos.
-Desculpe, mas não sei o que um trouxa como você está fazendo aqui.- respondi em uma voz séria escondendo os meus sentimentos, e falando em uma voz mais fria que a dele. Nico arrepiou, e sussurrou uma coisa para si mesmo que eu pude ouvir: ' as vezes ela pode ser mais dura que Annabeth'. Até imagino...
-Ah a senhorita não sabe? Eu queria matar o tolo do seu irmão, mas te matando, seria o maior sofrimento para ele...- Responde Adam.
-Mas o senhor esqueceu, eu ainda sou uma semideusa.- Falei retirando água de um de meus bolsos. Ainda não sabia como conseguia fazer aquilo...
-Ah uma truque saindo da manga...-Falou Adam em um tom meio assustado, em que ficou pensando como acabaria aquilo.
Arranquei minha faca reserva do meu bolso, e cortei as cordas enquanto Adam se distraiu com a água que não parava de encher o salão. Peguei e ajudei Raquel a se levantar que estava sentada em um canto. Nico estava perplexo na porta, sem se mexer. E tia Liza, ainda desacordada em um canto. Peguei meu brinco e transformei de novo em espada. Assim que gritei Poseidon, Adam se deu conta que era uma cilada. Pegou sua espada e logo foi a luta.

CONTINUA...

Um comentário:

  1. (leia isso com ritmo):
    ai ai eu sou de mais! Ai ai eu sou de mais!

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